"O crescimento urbano: caos em Salvador" será o tema do Seminário de Mídia e Terceiro Setor que acontecerá no próximo sábado (14/06), às 8h, na FIB - Centro Universitário da Bahia. O seminário é promovido pelos alunos de Jornalismo do 4º semestre e acontecerá no Bloco 06 - 2º andar - na sala 216 da FIB, campus Xingu, no Stiep. No evento, serão discutidas as questões que envolvem o crescimento urbano em Salvador. Estarão presentes representantes de órgãos ligados ao tema, além de jornalistas, especialistas, estudantes e professores.O evento será aberto ao público. Palestrantes: Flávio Novaes - Jornalista do Correio da Bahia. Ailton Ferreira - Sociólogo, ex-subsecretário municipal para assuntos de descentralização de Salvador. Gerardo Bressan - Representante da Ong Onda Azul de Gilberto Gil. Thelmo Gavazza - Engenheiro Ambiental. |
sexta-feira, 13 de junho de 2008
SEMINÁRIO MÍDIA E TERCEIRO SETOR
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Abuso Sexual: o perigo está dentro de casa

“Ele me tirou o direito de levar uma vida normal”. É desta forma que o estudante de Direito, Diogo Santana
Embora o caso acima seja atípico entre as estatísticas de abuso sexual contra a criança e o adolescente — uma vez que as principais vítimas são crianças do sexo feminino — revela uma tendência perigosa e desconhecida por muitos pais: a de que os agressores, em sua grande maioria, são pessoas da própria família ou outras conhecidas pelo menor.
Segundo o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan – Cedeca, as constatações médicas e queixas apresentadas à Justiça evidenciam que grande parte dos autores de agressão sexual são do sexo masculino e que, embora os meninos também sejam vítimas, o abuso sexual é cometido principalmente contra meninas.
Quando um adulto usa uma criança ou adolescente para satisfazer seus desejos sexuais, através de carícias nos órgãos sexuais, relações sexuais, sexo oral, anal, ou mesmo propostas de conotação imoral, está cometendo crime hediondo, de acordo com o art. 217 do Código Penal Brasileiro. O Estatuto da Criança e do Adolescente, através da Lei 8069/90, prevê no seu art. 244, pena de seis a dez anos de reclusão.
Segundo especialistas em direitos da criança e do adolescente, abuso é qualquer forma de violência que se manifeste de forma física, sexual e psicológica. Entretanto, dos três, o abuso sexual é o que mais agride emocionalmente a vítima. “Consiste no mais difícil tipo de violência, pois acarreta cicatrizes emocionais pelo resto da vida”, avalia o estudante citado no início desta matéria, que não teve coragem de denunciar o autor da agressão, por se tratar de alguém da família.
O fato da maioria dos casos de abuso ocorrer na própria família, praticado geralmente por pai, tio, avô, irmão, primo, padrasto, ou qualquer outra pessoa de conhecimento e confiança da criança, torna-se uma grande barreira na descoberta e resolução dos crimes. Outra idéia pré-estabelecida é a de que somente os homossexuais abusam sexualmente de crianças do sexo masculino. “Isso não é verdade”, declara a psicóloga Kátia Queiroz. “A maioria dos homens agentes de agressão sexual sustentam ter práticas exclusivamente heterossexual”, ressalta Queiroz.
Como os pais podem proteger os filhos desta ameaça? Quais os indícios de que uma criança está sendo vítima de abuso sexual? Como denunciar o agressor? Essas são as principais questões levantadas quando se fala em abuso sexual contra criança e adolescente. Segundo o Cedeca, existem algumas pistas que facilitam o processo de identificação de uma violência sexual e podem ser divididas em fatores físicos, sexuais e comportamentais. (veja o quadro)
COMO OS PAIS PODEM PROTEGER OS FILHOS
A responsabilidade principal de proteger a criança contra abuso é dos pais e não delas mesma. Assim, o primeiro passo é se informar sobre o assunto e depois passá-lo para os filhos. Segue abaixo alguns indícios ou sintomas geralmente apresentados pela criança quando é abusada sexualmente.
Físicos:
Dilatação do hímen
Doenças sexualmente transmissíveis
Dores na região genital e abdominal
Gravidez
Infecções
Sangramento
Sexuais:
Comportamento sexualmente explícito ou embotamento sexual
Conhecimento sexual não condizente com a fase em que o menor se encontra
Masturbação excessiva
Comportamentais:
Agressividade ou apatia extrema
Aparência desleixada
Auto-agressão
Choro constante sem causa aparente
Depressão
Distúrbios alimentares
Distúrbios do sono
Fuga de casa
Isolamento
Medo
Pensamentos e tendências suicidas
Preocupação exagerada com a limpeza corporal
Queda no rendimento escolar
Embora tais sintomas não devam ser determinantes na avaliação de que uma criança esteja sendo vítima de abuso, é importante estar atento principalmente às mudanças de comportamento ou humor, pois dificilmente a criança toma a dianteira em denunciar a agressão, por medo, vergonha, ou pelo simples fato da mesma ser praticada por alguém da família.
ONDE DENUNCIAR
CEDECA - CENTRO DE DEFESA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Rua Gregório de Matos, PelourinhoTel.: (71) 3321-5202 / 3321-5196.
DERCA - DELEGACIA DE REPRESSÃO AO CRIME CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE
Tel.: (71) 3316-2151 / 3381-8431/ 3381-4076
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Planteq prevê qualificação profissional para pessoas com deficiência. Será que vai decolar?

Pela sigla parece tratar-se de mais um daqueles programas do governo que só existem no papel. Anunciado no final de setembro pelo governador Jaques Wagner, o Plano Territorial de Qualificação Profissional e Social da Bahia – Planteq, prevê investimentos, até o final deste ano, de aproximadamente R$ 5,5 milhões na capacitação de trabalhadores baianos, em especial pessoas com deficiência – PCDs, uma minoria que enfrenta maior dificuldade para ingressar no mercado de trabalho.
O programa contará com recursos do Governo do Estado e do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, através do Ministério do Trabalho e Emprego. Os cursos serão ministrados por instituições parceiras da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre, em 137 municípios baianos e abrangerão capacitação em diversas áreas, incluindo serigrafia, informática, telemarketing, auxiliar administrativo, entre outros.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Tropa de Elite revela a pura realidade do crime organizado brasileiro

"Pegou geral". Este foi o título da capa da revista Veja na edição desta semana, que traz uma matéria especial sobre o filme Tropa de Elite que, mesmo antes do lançamento oficial no dia 5 deste mês, já era o filme brasileiro mais visto dos últimos anos. Segundo Veja, Tropa de Elite "é o maior sucesso do cinema brasileiro porque trata bandido como bandido e mostra usuários de droga como sócios dos traficantes". Uma matéria e tanto, que vale a pena ser lida, apesar de todas as críticas e oposições que se possa ter em relação à posição de direita da revista.
Eu particularmente concordo com o posicionamento da matéria. Desde quando tive a oportunidade de assistir o filme em casa de amigos na semana retrasada (em cópia pirata, diga-se de passagem rsrs), concluí que Tropa de Elite é um filme atual e muitíssimo interessante. Pretendo assisti-lo novamente no cimena.
O curioso é que, mesmo antes de ver o filme, ouvi comentários e críticas de amigos e pessoas gabaritadas, que classificaram-no de fascista e tendencioso, justamente por contar a história somente do ponto de vista da polícia. Porém, a leitura que fiz de Tropa de Elite ao assisti-lo é que o filme é, antes de tudo, extremamente realista, pois mostra a crua e triste realidade do Rio de Janeiro, que pode, inclusive, ser encontrada em várias grandes cidades do país: o império de violência do crime organizado e do clima de verdadeira guerra civil.
O mérito de Tropa de Elite está justamente na sua capacidade de chamar a atenção para a gravidade da violência existente no país e a necessidade de modificar "de alto a baixo" o sistema de segurança pública no Brasil. Vale a pena conferir!
domingo, 14 de outubro de 2007
- Kátia Monteiro
A anorexia e a bulimia têm se manifestado em número cada vez maior de jovens em quase todo o mundo. A anorexia nervosa é uma disfunção alimentar, que ocorre com maior incidência nos jovens entre 14 a 25, cerca de 95% dos casos ocorrem em mulheres. A anorexia mata por ataque cardíaco, devido a falta de sódio e potássio no organismo. O índice de mortalidade em pessoas com anorexia situa-se entre 15 a 20%, sendo o maior entre os transtornos psicológicos. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 193 casos de morte por anorexia, no período de 1996 a 2004. Na Bahia tem ocorrido diversos casos desses distúbios. Em Feira de Santana correu um caso recente de uma adolescente de 15 anos, internada para tratamento por determinação judicial.
A vítima dessa doença, tem o hábito de submeter-se a uma rígida dieta alimentar com o objetivo de alcançar um padrão estético de magreza excessiva, estabelecido principalmente pela mídia. A anorexia é uma doença difícil de ser tratada, pois envolve fatores psicológicos, sociais e genéticos. A pesquisa da psiquiatra Cynthia Bulik da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte (EUA ) revela, que o fator genético é responsável por 56% do desenvolvimento da anorexia.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
MACONHA, CRACK E COCAÍNA SÃO AS DROGAS MAIS CONSUMIDAS PELOS ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SALVADOR SEGUNDO OS ESPECIALISTAS.
Maconha, crack e cocaína são as drogas mais consumidas pelos adolescentes das escolas publicas de Salvador segundo os especialistas.
Pesquisa feita pelo Centro de Estudos e Tratamento do Abuso de Drogas (Cetad). Ele é uma extensão permanente do Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal da faculdade da UFBA, vinculada ao governo do estado da Bahia, constatou que os jovens de escolas públicas estão usando drogas cada vez mais cedo. Crianças de 12 anos começam a ter contato com as drogas e o álcool, na maioria das vezes, é a porta de entrada para o vício.
A maioria dos estudantes está na faixa etária dos 16 anos.A metade dos alunos pesquisados (50%) cursa uma série que não é adequada á idade.A pesquisa constatou que a defasagem escolar é maior entre os que consomem drogas, quando comparados aos alunos que não consomem.As substâncias mais consumidas são maconha, crack e cocaína.A maconha é a primeira da lista.
Normalmente, os jovens que iniciam o uso de substancias tóxicas não dispõem de informações adequadas, sobre o assunto.Às vezes, na busca de um prazer ilusório e passageiro.Tornam-se de uma auto-afirmação dentro do grupo a que pertencem, acabam condicionados ao vício, as vitimas de dependência física e psicológica que os levam na maioria das vezes a cometerem atos de extrema gravidade, contra si próprios, contra seus familiares ou contra outras pessoas, quando buscam arrancar recursos para alimentar o vicio.
Juciara santos, 24 anos, usuária desde os 15 anos, começou por influência de amigas como símbolo de maturidade e rebelião, no inicio com maconha e cocaína, agora, já é dependente de Crack.Aos 20anos abandonou seu lar e profissão, pois era cabeleireira do salão onde a sua mãe é proprietária, para viver nas ruas vendendo, o corpo em troca de drogas.Tem um filha de 2 anos.Segundo ela, quando sente saudade, aparece para fazer uma visita.Recentemente, ficou presa por 28 dias por ter furtando uma calcinha em uma boutique da orla de Salvador, devido ao acontecido, retornou para casa. Desta vez está consciente de que não é está vida que quer para si.Vou tomar um rumo em minha vida, estou freqüentando um centro de reabilitação, orientada por psiquiatra. “Agora vou me dedicar a minha filha, meu trabalho e minha família”, afirma Juciara.
Drogas mais utilizadas:
Crack é uma droga ilegal derivada da planta da coca, é feita da sobra do refinamento da cocaína ou da pasta não refinada, misturada ao bicarbonato de sódio e água.É uma droga muito intensa, justamente por ter um grau de pureza maior que a cocaína.Pertencente ao grupo das drogas estimulantes, e também provoca alucinações.Seu efeito chega muito rápido ao cérebro podendo levar entre 6 e 10 dias segundos para iniciar, a duração é curta, em média de 5 a 10 minutos .Essa característica faz com que usuários repitam o uso muitas vezes, levando-à dependência severa em pouco tempo.Geralmente com menos de 10 pedras o individuo já pode ser considerando um dependente.
O crack eleva a temperatura corporal, podendo levar o usuário a ter um AVC.Ela causa destruição de neurônios e provoca no dependente a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), o que dá aquela aparência esquelética ao indíviduo: ossos da face salientes,braços e pernas finos e costelas aparentes. Normalmente, um usuário de crack, após algum tempo, de uso utiliza a droga apenas para fugir da sensação de desconforto causado pela abstinência e outros desconfortos comuns a outras drogas estimulantes: depressão, ansiedade e agressividade.
Cocaína é uma substância natural extraída das folhas da planta que ocorre exclusivamente na América do Sul: a Erythroxylon coca, conhecida como coca ou epadú.A cocaína pode chegar ao consumidor sob a forma de sal, o cloridato de cocaína, o “pó”, “farinha” ou “branquinha”, que é solúvel em água e, portanto, serve para ser aspirado (“cafungado”) ou dissolvido em água para uso endovenoso (“pelos canos”); ou sob forma de base.
A cocaína è uma droga que mais devasta o usuário. Bastam alguns meses ou mesmo semanas para que ela cause um emagrecimento profundo, insônia, sangramento no nariz e corisa persistente, lesão da mucosa e tecidos nasais, podendo inclusive causar perfuração do septo.Doses elevadas consumidas regulamente causam palidez, suor frio, desmaios, convulsões e parada respiratória.No cérebro, a cocaína afeta especialmente as áreas motoras, produzindo agitação intensa.A ação da cocaína é poderosa, porém breve, durando cerca de meia hora, já que a droga é rapidamente metabolizada pelo organismo.
Maconha é o nome dado no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis Sativa. Ela era considerada em vários países, inclusive Brasil, como um medicamento para vários males.Mas também era utilizada para fins não médicos por pessoas desejosas de sentir “coisas diferentes”, que utilizavam-na abusivamente.Conseqüência desse abuso.É um de certo exagero sobre os seus efeitos maléficos, a planta foi proibida.Entre todas as drogas ela é a causa mais efeitos psicóticos, mesmo em usuários com pouco de uso, podendo ainda causar danos à memória, sistema reprodutor e respiratório e atuar ainda como um catalizador para câncer de pulmão.
O uso contínuo da maconha pode interferir com a capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir a um estado de amotivação.Isto é não sentir vontade de fazer mais nada, pois tudo fica sem graça e importância.Este efeito crônico da maconha é chamado Síndrome Amotivacional.Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar o uso de maconha, sendo que tudo o mais perde seu valor.
MARISTELA BAILHÃO DE SOUZA
terça-feira, 25 de setembro de 2007
A Cia O Cidadão de Papel apresenta em Plataforma o espetáculo Fome
A Cia O Cidadão de Papel apresenta em Plataforma o espetáculo Fome
Kátia Monteiro
A companhia de teatro O Cidadão de Papel apresenta o espetáculo Fome de 17 de agosto a 15 de setembro às sextas e sábados às 19h, no Centro de Cultura de Plataforma, situado na praça São Braz. O valor do ingresso é um quilo de alimento não perecível. Os alimentos serão doados às instituições do bairro para que sejam distribuídos à comunidade. Na peça são abordados assuntos como desemprego, fome, crianças que moram nas ruas, desigualdade na distribuição de renda e preconceito racial, com o objetivo de conscientizar o público sobre os problemas sociais e econômicos existentes no Brasil.
O espetáculo Fome, criado por Leandro Rocha, é o segundo trabalho teatral produzido pela Cia O Cidadão de Papel, depois de ter ficado em cartaz por seis anos com a peça O Cidadão de Papel. Fome participou do Festival de Teatro de Ipitanga em 2007 e ganhou os prêmios de Melhor Direção e Melhor Atriz, para Marli Souza. O cenário representa um lixão e os atores Marli Souza e Luiz Falcão, interpretam pessoas famintas, que lutam para sobreviver em condições subumanas. A mensagem principal é a “fome”, que tanto pode ser causada por uma necessidade fisiológica essencial à vida, como também por outras desejos de consumo que não estejam ligadas à sobrevivência.
Marcos Oliveira, diretor e um dos fundadores da Cia O Cidadão de Papel, criada em parceria com Leandro Rocha e inspirada no livro O Cidadão de Papel de Gilberto Dimenstein, conta que a idéia de criar peças que despertem a consciência crítica nos expectadores, surgiu por influência do Teatro do absurdo e pela observação dos moradores de rua. “Tiramos as gírias para dar um ar de absurdo, mostrando meninos de rua falando com formalidade”, explica Marcos. Durante a pesquisa, ele encontrou morando nas ruas pessoas de níveis intelectuais que variavam de analfabetos a médicos e advogados.
A peça Fome é formada por atores que fazem parte do projeto “O Cidadão de Papel”, com apoio da Cipó Comunicações Interativas e Todo Mundo Faz Teatro. A atriz Marli Souza conta que faz parte da Cia Cidadão de Papel há 4 anos e que somente teve consciência da sua vocação artística, quando entrou num curso de artes cênicas chamado “A idéia é essa”, promovido pela Universidade Federal da Bahia. “Antes, eu fazia karatê e era muito tímida. Quando entrei para o grupo “A idéia é essa” foi que me senti estimulada para ser atriz”, afirma Marli. A atriz acredita que uma das maiores dificuldades para executar peças teatrais na Bahia é a falta de patrocínio. “Existe a dificuldade financeira, pois é difícil encontrar empresas que nos apõem”, diz Marli.
Aliada ao espetáculo Fome, acontece a mostra de fotografia do fotógrafo Rafael Martins, que expõe fotos de moradores de rua em Salvador e a exposição de molduras feitas com materiais recicláveis da artista Mércia Leite. A Cia Cidadão de Papel realiza todo mês uma apresentação teatral sem fins lucrativos para alguma instituição. Paralelamente a esse projeto, a companhia possui o grupo de teatro Trama dos Arteiros. A Cia já se apresentou em Sergipe e pretende buscar patrocínio com a finalidade de fazer apresentações em outros Estados do Brasil, pois, de acordo com Marcos Oliveira, “O teatro tem o poder de transformar as pessoas”.